O CANTINHO FUTSAL

Futsalquinta é o Blog dos Futsalistas de Ançã onde o jogo da tua equipa pode virar notícia e ser debatido por todos. Aqui tu podes comentar os principais resultados dos jogos futsal que são disputados no Pavilhão de Ançã, e a actuação do teu Team.

Nós da Equipe Blog-Futsalista iremos pensar e escrever artigos, comentar e mediar debates sobre as principais noticias do nosso Futebol . Nada disto fará sentido sem a tua participação e os teus comentários, portanto, marca + golos, envia notícias para o nosso blog e faz as tuas jornadas da quinta-feira virarem notícia.

Tabela Classificativa --/01/2015

Posição

Equipa

P

J

V

E

D

G.M

G.S

Tendência

1

PRETOS

"Morcegos"


3


1


1



10

6

Positiva

2

VERDES

"Cobras"


0

1




1

6

10

Negativa

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Uma vitória para a hitória

Reações jogo: 
Quinta-feira dia 16 de Julho de 2015 vai ser um dia para recordar parta aqueles que foram ao estádio do Ançã.
Depois dos 16-3 da semana anterior a equipa preta vinha toda moralizada par mais uma vitória sobre os coletes cor-de-laranja, senão quando chega ao campo e somente conhece 3 jogadores da equipa contraria.
Começaram logo os comentário "hoje vamos levar poucas" "temos que perder por menos que 16" "é só jogadores da bola" etc. Ou seja, até parecia que estávamos com medo e sem confiança em nós.
Começa a ser cada vez mais importante a pequena reunião que fazemos antes dos jogos a dizer onde joga cada um e principalmente manter a organização combinada durante todo o jogo.
Quinta-feira foi mais uma prova disso mesmo. Boa organização defensiva, boa troca de bola, bom aproveitamento dos corredores laterais e boa eficácia à frente da baliza. Foram estes os ingredientes para um baile bem dançado!

O jogo começou com maior domínio territorial por parte dos coletes, domínio esse por vezes consentido pelos pretos que depois de recuperar a bola saíam rapidamente em contra-ataque. Num destes momentos, André surgiu isolado em frente ao guarda-redes, mas em vez de fuzilar as redes, decidiu-se por um passe lateral para Miguel, que apesar de vir numa velocidade estonteante, não conseguiu chegar primeiro que um dos seus adversário. E assim se perdeu a primeira grande oportunidade.
Com a defesa preta (Chico, Nando e Tó-Zé) a marcarem bem a sua zona, com a ajuda de João, que jogava na posição mais recuada do meio campo, os coletes sentiam dificuldade em chegar à baliza contrária. A partir dos 10 minutos, os coletes começaram a optar por jogar mais comprido, nas costas da defesa. Aqui apareceu o "portero" improvisado Luis, que joga melhor fora dos postes do que dentro destes, ganhando a maior parte destas bolas.
O 2-0 para os pretos apareceu de um lance de bola parada, com muitas culpas para o GR contrário. Livre lateral cobrado por João, bola na área, mas na direção do GR, confiança do GR no seu golpe de vista, bola por cima da sua cabeça e... por baixo da barra! Golo!

Os coletes vieram então com mais força para o ataque e chegaram ao empate a dois. Primeiro num bom golpe de cabeça ao segundo poste, depois de um centro muito bem tirado do lado esquerdo. Mérito para a equipa adversária. O segundo golo surge de uma jogada individual de um elemento dos coletes, que depois de passar por Nando, encara o GR preto que o consegue levar para a linha. Ai, o GR preto (que sou eu) pensou... "bem, daqui já não sais!". Depois, bem, depois fez-me uma revienga em que me passou a bola pelo meio das pernas e ainda hoje estou à procura do gajo. Já fui à casa de banho, vi debaixo da cama, na varanda, etc, mas não o consigo encontrar. Caso tenham informações sobre o paredeiro dele, por favor entrem em contacto comigo! Obrigado!

Quando bateram as 11h, o jogo estava 2-2. Paramos? Continuamos? Sim, continuamos porque também começámos mais tarde. E é aqui que se dá um dos grandes momentos do jogo. Tó-Zé sente algumas dores no joelho. Substituição! Puma entra para a baliza e Luis vai para a frente.
Tenho a certeza que neste momento estão todos a pensar que Luis fez a diferença... mas não. Foi Puma com a sua entrada que levou os coletes a chutarem de qualquer lado e sem critério algum, o que acabou por destruir/ desestabilizar o seu futebol e, PUM! PUM! PUM juntamente com a pontaria afinada dos pretos acabaram por levar mais três batatas em menos de 5 minutos. Jason ainda chegou a mandar João para um determinado sítio e a dizer que ele estava ali para ganhar, mas a verdade é que já não ganha à mais de 2 meses. Por outro lado João, no seu estilo satírico, acabou por lhe responder após o quito golo... "vá, é melhor irmos embora"!

Com tudo isto, continua o passeio triunfal da equipa preta. Quinta-feira não sabemos se haverá jogo, o que em todo o caso acaba de ser positivo para os coletes... sempre acabam por se safar de mais uma humilhação! :)))))))))))))))))))))))))))))))))))))

Boa semana!

terça-feira, 14 de julho de 2015

Apocalypse Now - 16 X 3

Reações jogo: 
Dirigido por "coletes Pretos"
Elenco: Luis Almeida, Nando, André, João, Chico, Miguel, Maleiro,Pedro , Quim, Puma, JTó Zé (Diretor de TV). 
Roteiro: Ançã, baseado no romance “O Coração das Trevas”.
Produção: Coletes Pretos. 

Não bastasse ter  derrotado os Coletes porque ainda viria  “Apocalypse Now”, maravilhoso estudo sobre a ambigüidade do ser humano e os irreparáveis efeitos causados pela derrota na sua mente. Repleto de cenas memoráveis e golos marcantes, a longa metragem consegue ser mais do que um libelo anti-futebol, explorando a fundo os limites da loucura e do poder, e mostrando ainda como é curta a distância e frágil a linha que separa a racionalidade da irracionalidade dentro do jogo humano.
Após voltar do Quartel Militar, André  é convocado pelas Forças Especiais do Futebol para a secreta missão de encontrar e golear o coronel Walter Kurtz (guardião Colete) que, segundo as autoridades do Team, enlouqueceu e passou a agir de maneira absolutamente incompreensível na selva Ançãnense. Durante este jogo André descobrirá, através da Organização Preta e de seu efeito alucinatório, que a distância entre a bola e a baliza que se julga racional e irracional não é tão grande quanto imaginava.
Logo no fim de “Apocalypse Now” somos apresentados ao clima alucinante do longa metragem, através das imagens da  selva do campo Ançãnenese ao som da música “The End”, do The Doors.

“Apocalypse Now” com extrema elegância, nesta passada quinta feira, criando planos e seqüências absolutamente inesquecíveis, como o ataque a baliza  na beira da praia da grande area, ao som de “A Cavalgada das Valquírias”, de Wagner, e a cena em que misseis de Nando e Chico espalham terror e admiração.  O extremo realismo alcançado em “Apocalypse Now” é mérito também da excepcional qualidade de jogo dos Pretos e trabalho técnico da equipe.

Mas nem só de competência técnica vive um grande jogo. E as marcantes atuações de “Apocalypse Now” começam com Chico, que está sensacional como o Nando, demonstrando firmeza com sua voz imponente e seu olhar determinado, mas demonstrando também liderança na forma como conduz a Bola.
Maleiro parece não temer nada, ou simplesmente achar que não tem mais nada a perder, encontrando tempo até mesmo para incentivar mais ataques, o que leva Luis a fazer sérias reflexões sobre a maneira como o seu Team está encarando aquela goleada. A marcante seqüência em que diz que o jogo simboliza vitória é captada com precisão pela câmera que se aproxima lentamente do rosto através de um zoom, realçando a grande atuação Tó Zé. Quim está muito bem na pele do treinador. 

Dirigido magistralmente por um gênio do cinema, interpretado de forma magnífica por um elenco de peso e contando ainda com um apurado e maravilhoso trabalho técnico, “Apocalypse Now” transcende e muito o gênero, levantando inúmeras questões sobre a natureza cruel do homem, os resultados trágicos de sua busca pelo poder e os efeitos irreversíveis.
  E o melhor de tudo é que “Apocalypse Now” jamais responde diretamente as questões que levanta, deixando o espectador refletir sobre tudo o que viu e chegar às suas próprias conclusões, o que é sempre admirável. Após assistir esta obra-prima de Quinta feira passado, o espectador tem a sensação de que, independente de seu resultado final, Pretos arrastaram Coletes por 16X3.
11 Vitorias (contando o dia 02/07/15) para Pretos contra 6 Vitorias dos Coletes - e 4 empates

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Questão Preta: ”Somos mesmo assim tão bons?”

Reações jogo: 

Respondendo à falsa ansiedade dos Pretos por novos guerreiros, o futebol Preto gerou, a melhor selecção, os melhores jogadores,  e o melhor grupo de jogadores Ançãnense (a chamada “geração dourada” de S. Bento). Esta opinião pode ser discutível, e haverá quem invoque logo Jason e Ricardo, da selecção-geração anterior (2º lugar no Mundialito dirigida pelo David) e os mais fanáticos do passado até China nas redes.
Talvez porque é também uma selecção aparentemente “impossível de existir”, por apostar num sistema de 2 defesas, com laterais  a subir enlouquecidos com Tó Zé e Maleiro, mas onde moram 2 centrais baixotes que viram “patas arriba” a lógica física da posição Chico e/ou João.
Conseguimos iludir esse lado físico pela rotatividade do seu meio-campo, com  médios corre-caminhos, Miguel e/ou Luis  e/ou J.Guilherme . Desta forma,  quase desenhando um losango no meio-campo fica André  solto a avançado-centro.
A velocidade com que começou o jogo com os Coletes, nas pernas e sobretudo no passe em profundidade para as costas da defesa dos Coletes, tornou-se, na segunda-parte, num jogo mais apoiado, por abrir o ataque  nas faixas e Miguel a falso 9. Era então já um esboço estratégico. A ideia-base deste modelo de jogo veio de uma combinação antes de iniciar o jogo, carregando e dando a sofrer um abalo aos Coletes, mas renasceu com Ruizinho na baliza numa versão tacticamente mais incompleta pois ganhou claramente maior equilíbrio defensivo no momento de perda da bola.... sabendo que temos a costas menos quentes que quando temos o Quim.
Para que a história consagre mesmo esta nova geração (chuteiras e banco) acima das outras, este mondialito  é a melhor resposta á pergunta dos “Pretos”  da actualidade: “Somos mesmo assim hoje tão bons?”  
Em cada jornada, uma promessa
Os Pretos seguem a evolução do seu futebol juntando diferentes traços: o físico e a técnica, a organização defensiva colectiva  e os desequilíbrios ofensivos individuais (pelos extremos de "zigzags" no um-para-um).
Um Oito de belas promessas em cada finta com arranques Pretos.  Nessa altura sente-se como todo o talento necessita, e fazermos contas : Pretos 9 vitorias e 4 empates contra Coletes 6 Vit. e 4 empates.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

TERROR FILMADO EM 6 G

Reações jogo: 

 O preâmbulo da jornada passada

Um novo filme do futsalquinta, “Expresso da noite”  que avançou com uma produção fora do seu 8 de origem, com co-produção de um Team envergonhado no inicio. O prólogo do longa-metragem mostrou a situação derradeira que este "filme-jogado" narraria: no futuro, devido a um experimento para impedir o aquecimento e a ofensiva global dos Coletes, que não deu certo, deixaria os Pretos fadados a uma nova era do gelo. 
Os poucos sobreviventes que alinharam a convocatória foram confinados "nas horas perdidas", a um trem que daria a qualquer um voltas no planeta, de forma a salvar a sua pele frente a um Team com Nuno, China, Julio, André, Irmão de Ismaiel, Jason, e outros. Dentro deste veículo armadilhado, o  sistema de segregação entre uma elite, que vive na parte da frente do trem quiz mostrar serviço na apresentação. Cansados das condições de penúria dos resultados, os Coletes resolveram tomar medidas para mudar esta situação. E é a partir deste mote que o filme se constrói.
Nos Pretos, ficou de fora 5 jogadores : João-capitão, Fernando, Maleiro, Quim e Pedro. Esta ficção científica foi baseada no cenário mais remoto, quando ainda nos faltava um jogador para completar o nº 8. Pois, Jason enquanto porta-voz encontrou  falha  no Ultimo filme, que se tornou um HOrror e ficou fascinado com a prestação de Ismaiel contra sua própria equipa. Mas a ideia das pessoas lutando para sobreviver dentro de um trem a partir dessas condições, e pela luta de classes embutidas sem golos nesta situação, resolveu inverter tudo e emprestar só quem não lhe faria falta : o Ricardo - guardião e/ou Central de 2ª, segundo ele!!
Todo o filme foi filmado no campo Ançãnense. O elenco conta com atores reconhecidos nos Pretos como Ruizinho (na baliza com sapatilhas rasas), Ricardo - Central, Chico na Central apoiar Ricardo, Guilherme à Dtª, Tó Zé a esquerda, Luis e Miguel a meio-campo, e André a avançado-centro.

Cenário 1: 
Arrumar uma ideia assustadora para o filme. Logo de inicio os Pretos fizeram algo de muito bom   conseguindo saber o que poderia acontecer quando trocaram voltas a organização da sua propria equipa. E quando aconteceu, fizeram algo que fosse tão assustador quanto possível para os Coletes começarem a sofrer.... como se o  barulho da bola que Vissem fosse um fantasma ou monstro. 
 
Cenário 2:
Transformamos a ideia numa  história verídica. Um jeito muito bom de conseguir ideias é fazer um brainstorm (literalmente uma tempestade cerebral). Daí, escolhemos para cada jogador uma função. Para tal a história estava pronta antes de começar a filmar. Do contrário, o filme podia sair malfeito e a derrota pesada.
 
Cenário 3:
Encontramos uma táctica que não passou pelas alas. Boas histórias se passam no campo (principalmente à noite e a luz do campo), sem centros, mas construções dentro do rectangulo, bolas nos pés, etc. Certificando-se de ter autorização para avançar mais no local escolhido antes de iniciar a ofensiva.  Compensar não foi a ordem do filme mas sim respeitar os espaços para não se tornarem campas.
 
Cenário 4 :
 Encontramos um elenco disposto a estrelar seu thriller. Ricardo foi Imperioso com Chico. Eles não deram escolhas ao adversário. Não  precisaram ter experiência, e isto dependeu da complexidade do filme. Certificaram-se de que eles estejavam dispostos a aceitar novas funções....e neste papel Ricardo soube manter a sua posição e bater bolas preciosas para os pés do André. Isto, porque missão impossivel era o filme em que Ruizinho tinha o papel principal -- pois num campo regadinho de armadilhas.

Cenário 5:
Para dar um tom de suspense, acrescentou-se músicas assustadoras, sinistras e que causou desconforto. Para isso, usou-se o Jason especialista na matéria que queria matar Luis. Usamos alhos para esses tipos de situação quando algo surpreendente (foição) acontecesse. 
 
Cenário 6.
Arrumamos um assassino/monstro/qualquer coisa bem assustadora e Coletes a fins. Por alguma razão, assassinos que  falaram são mais assustadores do que na realidade. André foi um dos Homens do jogo em terreno sinistro (diz ele) que se tornou um verdadeiro Jardim (bola super controlada). Certificamo-nos de que a motivação era simples (vingança ou insanidade são boas para alguns), mas a razão prevaleceu. 
 
No "The End":
 Tornou-se algo completamente banal no centro das atenções iniciais (Ruizinho na baliza com sapatilhas num campo escorregadio, Ricardo a assumir o controlo da defesa, Quim no banco sem presença de Zé Grande, Tó Zé num jogo intensivo para o joelho, uma TV sem um vídeo gravado mas merecido). Se filmássemos em direito, seria muito assustador!... Pois o Terror foi para os Coletes que sofreram 6X3.... e podia ter sido bem pior se o filme não.... hUaouuuulooouiiuOUUUUBU!!

PARABÉNS AOS PRETOS que souberam estar sempre a frente do marcador e Muito PARABÉNS AO NOSSO AMIGO ANDRÉ QUE FESTEJOU EM GRANDE o seu aniversário ...em casa !!!