O CANTINHO FUTSAL

Futsalquinta é o Blog dos Futsalistas de Ançã onde o jogo do seu time pode virar notícia e ser debatido por todos. Aqui tu podes comentar os principais resultados de jogos futsal que são disputados no Pavilhão de Ançã, e a actuação do teu Team.

Nós da Equipe Blog-Futsalista iremos pensar e escrever artigos, comentar e mediar debates sobre as principais noticias do nosso Futebol . Nada disso fará sentido sem a tua participação e os teus comentários, portanto, marca + golos e envia notícias para o nosso blog e faz as tuas jornadas da quinta-feira virarem notícia.

Tabela Classificativa 17/01/2014

Posição

Equipa

P

J

V

E

D

G.M

G.S

Tendência

1

Juventus

3

3

1

0

2

14

17

Negativa

2

Atlético de Madrid

6

3

2

0

1

17

14

Positiva

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Vermelhos detetaram falha Preta aplicando 6X3

Um ponto muito criticado nos Vermelhos é como baixa o ritmo sempre que sente ter o jogo controlado e que o adversário não será capaz de causar grande perigo. É uma avaliação arriscada porque uma coisa é controlar o jogo (manter organização defensiva sólida), outra é controlar o resultado . Nesta jornada com uma equipa menos "competitiva" no seu coletivo, teoricamente  o instinto futebolístico-animalesco dos jogadores Vermelhos em campo  farejaram o perigo  que os estimula. Trocaram de pé em pé e criaram avenidas de passes com imposição de um ritmo regular.

Os Pretos fizeram  jogos interessantes até ao momento em que  pensaram só na baliza e na profundidade, um ponta-de-lança mais rápido na bola - André- que caia nas costas da defesa adversária e um defesa que distribuía - bolas na profundidade do campo, vezes sem conta. Resumindo a equipa necessitava apenas de uma estrutura central em desenho de coluna vertebral... sem vertebras! A transição de trás para a frente foi quase inexistente. De boas intenções iniciais o sistema de jogo facilmente descoberto perdeu o esboço de uma intervenção táctica,... ficando a espera de um erro do guardião Zé Gde.

 Discussão de corredor e de  balnear divide as opiniões: Pretos com discursos dogmáticos estiveram perto da vitoria enquanto outros Vermelhos-a-fins manifestam uma desigualdade evidente técnico-táctica. Esperamos para ver reações na proxima jornada!!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Contra-transição Preta derrotou Vermelhos 6X3

Discutiu-se muito a mudança das equipas dos Pretos e Vermelhos. Não conseguimos chegar a um consenso individualizado e coletivo. Falta  sincronização entre os dois "de-pendente" sempre do resultado da jornada. Pretos a praticar um futebol mais direto e Vermelhos mais cognitivo ambos com redes neuronais quase opostos mas... até funcionais. Nos Vermelhos as aquisições de Alexandre e de Maleiro (substituindo Miguel e Emanuel) não foram o suficiente para travar a derrota. Os lances e o posicionamento estrutural da defesa Preta permitiu ver é uma espécie de sub-momento do jogo mais debatido e que furou os quatro homens Vermelhos de organização/transição ofensiva/defensiva.

No roubo de bola e passe imediato a isolar André, o quarteto Preto pouco  entra em organização nem faz muitas transições. Fez aquilo que chamamos de contra-transição. Isto é: a capacidade de pressionar em zonas muito baixas , quase em cima da área , quando a outra equipa pensa ir sair em segurança. Roubar então a bola mata a transição adversária Vermelha e, ato continuo, transforma essa recuperação numa oportunidade de golo. Em zonas muito altas, eis a contra-transição mais falhada por encontrar jogadores rapidos e técnicos. Mortífera, quando eficaz nem dá tempo para reagir.

No final, 6X3 com auto-golos e um susto de ultimo minuto com o capitão Vermelho  a sofrer de uma falta cirúrgica.

Tudo se resolveu no Sábado num jantar bem regado e finalizado por uma partida de Bolas Pretas e grossas :)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

JOGO ESTRANHO TRANSFORMOU VERMELHOS 6x4

Os Pretos podem mudar o seu sistema preferencial por várias razões mas quando o faz para defender melhor, raramente consegue depois manter os seus habituais princípios de jogo ofensivos mais perigosos. O problema não está na postura mais defensiva (o que também poderia fazer dentro do sistema habitual). O problema está no facto de com aquela mudança os jogadores ficarem em posições totalmente diferentes daquelas que tiveram rotinados no sistema da semana passada para pós-recuperação da bola lançarem o ataque/contra-ataque.
 
Até defenderam muito bem atrás da linha da bola, mas retirando-lhe as referencias para as saídas rápidas, com transições exageradas em profundidade o "avançado" centro, perdeu a raiz dos seus princípios ofensivos que deu fruto no jogo anterior (ver cronica) . Os Pretos iniciaram bem a ganhar por 4X1  e sofreu o segundo golo empurrando o Miguel (lesionado) a baliza. Uma bênção para marcar mais, mas....  Mudaram o sistema habitual de jogo no decorrer do tempo, em nome da estratégia ultra-ofensiva, que causo o inicio de descaracterização da personalidade global da equipa. Foi então que apareceu um jogo quase temático - apontar quase sempre para o meco "Miguel", de preferência com a biqueira da chuteira - e o objetivo foi alcançado em detrimento de um resultado que estagnou. 

Os Vermelhos a beira do colapso integraram no modelo de posse de bola e transformaram o seu futebol. Houve, colectivamente, um entendimento de qual a melhor forma de explorar/ lidar com o seu estado físico (e suas limitações sem guardião). Exibiram  o mesmo poder de arranque quando pegaram na bola colocando por muitas vezes Quim a prova de bala.  Agarrou, recebeu, segurou, passou, e voltou a procurar local para marcar. Tornou-se um Team  de posse afundando repentinamente o seu adversário. Transições rápidas de trás para a frente adivinhando vezes sem conta a estratégias do jogo direto dos Vermelhos criando todos os desequilíbrios a defesa.  
 
Foi claramente, um jogo estranho com perfis diferentes, mais adaptado às limitações em fases de jogo. Menos arranques para uns, mais temporização em posse para outros. Adaptações de estilos que pareceram quase uma lapidação do  estado físico aculturado a outros modelos de jogo, num nível que  tornou a partida desigual as outras.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Juventus ganha 1ª vitoria do Ano 2014 sem contestações

‘Não deves esquecer que um beijo continua a ser um beijo, um suspiro apenas um suspiro. O fundamental impõem-se com o passar do tempo (Play it again, Sam!, Casablanca).’

De regresso as competições a Juventus começou o ano 2014 a ganhar. Três pontos que poderão ser muito criticado nos vermelhos, quando já se falou em mudar estrategicamente as equipas.  - e o Blog respira novamente -  É com baixo o ritmo que o Vermelhos acabaram o jogo. Sempre que sentiram ter o jogo controlado e que o adversário não era capaz de causar  perigo iminente, ganharam vantagem no marcador e excelente defesas de Zé Grande (a ganhar forma). É uma avaliação arriscada porque uma coisa é controlar o jogo (manter organização defensiva sólida), outra é controlar o resultado.

O golo, gesto técnico ditado pelo instinto ágil de resolver problemas com bola, não nasceu, construí-se. Quando a bola vinha no ar, o suspiro dos Pretos era para a dominar. A forma como, depois, remataram , nasceu de um futebol pensado, .... moderado para não deixar a impulsividade surgir no ultimo espaço-tempo.

Uma vitoria destas plana sobre todo um "único" jogo como ser superior, mas, em campo, houve vida para além desse poema de futebol. Não acreditamos que esse baixar de ritmo Vermelho resulte de uma fraqueza estrutural. É o instinto futebolístico-animalesco dos jogadores em campo a farejar o perigo (ou a falta dele) que os estimula ou não. Contra Pretos, por exemplo no Ano 2013, houve pouca baixa  rotação táctica porque teve os sensores de detecção de perigo sempre ativos. Um estimulo que transforma o jogo da equipa e provoca diferentes sensações em relação a ela... e supremacia.

Os Pretos fizeram um jogo interessante até ao momento em que tinha de pensar na baliza e descobria-se facilmente que essas ideias não se aplicavam a partir da grande área, ou seja últimos 12 metros como por vezes víamos o Chico sacudir a bola. Deu-se pouca profundidade, sem um verdadeiro ponta-de-lança provocando um jogo de trás para frente. De boas intenções está o meio-campo cheio e oportunidades criadas. Quase se cai no erro do Quim ser o  seu substituto! De qualquer forma, não poderia existir melhor prenda da equipa ao J.Guilherme que festejou seu aniversário.

 Nesta euforia, podemos prever o próximo resultado? Sei é que o fundamental se impõe de reestruturar com o passar do tempo. É certamente uma ideia não consensual para todos mas a democracia é assim mesmo. Por isso, mesmo que o  ritmo tivesse sido o Chá-chá-chá, recordamos a mítica letra que, em Casablanca, Bogardt pedia a Sam, pianista, para tocar várias vezes. Porque se um beijo é só um beijo, um golo é só um golo. Como um suspiro. Bogardt procurava despertar sentimentos. Como o melhor futebol deve fazer e proporcionar melhor prazer a todos em campo e no tempo.